domingo, 8 de janeiro de 2012

2ª EDIÇÃO DO LIVRO TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO


Meus caros!

Foi recentemente lançada a segunda edição do livro TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO: O Desafio de Superar a Negação.

A mencionada obra, publicada pela Editora LTr sob a coordenação dos Juízes Andrea Saint Pastous Nochi, Gabriel Napoleão Veloso e Marcos Neves Fava, foi coletivamente escrita por Juízes do Trabalho, Procuradores do Trabalho e professores de vários locais do país.

Para a minha satisfação tive o privilégio de ser um dos seus autores do aludido livro, no qual reescrevi o capítulo denominado O Cadastro de Empregadores que tenham mantido Trabalhadores em Condições Análogas à de Escravo como Instrumento de Afirmação da Cidadania: Questões Constitucionais e Processuais (À Luz Da Nova Lei do Mandado de Segurança), fazendo uma minuciosa revisão e atualização do texto da primeira a edição.

Vejam o que diz a sinopse da segunda edição:

A reedição desta obra supre uma necessidade doutrinária específica sobre o tema agregando opiniões e experiências variadas e significativas. Passados mais de cinco anos da primeira edição da obra, as formas de trabalho escravo contemporâneo não só continuam presentes como renascem em espécies mais perversas, exigindo aprimoramento, formação e informação. Conhecer é superar e esta obra fornece instrumentos qualificados de conteúdo doutrinário e experiências práticas que são as bases essenciais para a tomada de consciência sobre a questão. Cumprida essa tarefa, outras tantas aguardam aqueles que serão contaminados pela realidade que emerge destas páginas. Superada a negação, cabe-nos a tarefa de partir para o efetivo e definitivo combate de toda e qualquer forma de trabalho escravo contemporâneo, até que se possamos afirmar a erradicação desta grave violação de direitos humanos.

Cuida-se, consoante se percebe, de uma obra que merece detida leitura dos estudiosos do Direito e do Processo do Trabalho, especialmente daqueles que estão prestando concurso para Juiz do Trabalho e Procurador do Trabalho, já que o tema dispensa comentários quanto à sua contemporaneidade e importância.

Abraços, Prof. João Humberto.